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Um estudo da Universidade Carnegie Mellon (EUA) fez uma constatação curiosa: nossos neurônios agem como os usuários mais populares do Facebook, ou seja, uma pequena parte das células nervosas é responsável por um grande número de funções importantes, assim como uma pequena parcela dos usuários da rede social corresponde pela maior parte dos conteúdos compartilhados.
Saiba mais sobre o estudo (em inglês).







